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Saúde infantil

Veja como funciona o plano de saúde infantil!

Leitura: 7 min
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Um plano de saúde infantil é uma das opções mais viáveis para os pais que desejam cuidar com mais tranquilidade de seus filhos, sem deixar pesar muito no bolso!

A saúde é denominada como o estado completo de bem-estar, e que permite que qualquer ser vivo tenha uma boa qualidade de vida. Sabendo que os planos governamentais desta área são um pouco defasados, e que também não são capazes de atender a toda população, muitas pessoas acabam optando por um plano de saúde que oferece assistência médica e hospitalar privada através das operadoras.

Se você for uma pessoa que pensa de modo preventivo com seu bem-estar, e que foca na sua qualidade de vida, um plano de saúde particular pode garantir a assistência à sua saúde necessária para que se atinja o máximo de sua disposição física, mental e social. Além de você poder recorrer ao médico quando ficar doente, também existem outros benefícios que um plano de saúde infantil pode oferecer, como: 

  •         Atendimento de qualidade;
  •         Atendimento de urgência ou emergência; 
  •         Facilidade de acesso a consultórios e hospitais credenciados;
  •         Facilidade de marcar consultas online ou por meio de call centers;
  •         Possibilidade de portabilidade, caso você mude para outra região;
  •         Preços mais em conta;
  •         Acesso a diversas especialidades médicas.

 

O que é um plano de saúde infantil?

É bom lembrar um plano de saúde infantil é feito e planejado especialmente para oferecer uma atenção especial para os pequenos – principalmente no quesito de exames, internações e consultas; que podem pesar bastante no bolso dos pais.

Sempre quando falamos de plano de saúde, nos vem a cabeça milhares de coisas, mas principalmente as carências. No infantil, as carências são as mesmas quando comparadas a outro tipo de convênio. Isso tudo é definido pela a ANS – iremos falar um pouco mais sobre ela mais tarde.

Os serviços devem ser liberados após:

  •         300 dias para consultas, internações e exames;
  •         2 anos para doenças preexistentes;
  •         24 horas para emergências e urgências.

Okay, agora você deve estar se perguntando o que significa tudo isso. De maneira geral, quando falamos sobre os casos de doenças descobertas anteriormente á contratação do plano – todos os procedimentos considerados complexos, relacionados a essa condição, só podem ser realizados após 2 anos com o convênio.

Talvez os 300 dias te assustem, mas fique tranquilo, a maioria das operadoras liberam esses serviços de consultas e exames após 30 dias da contratação. Sendo assim, um plano de saúde infantil ainda é válido e benéfico para os pais que desejam uma maior segurança e tranquilidade quanto ao bem-estar de seus filhos.

 

Como escolher o melhor plano de saúde infantil?

Antes de mais nada, é necessário ficar atento com as redes credenciadas que o seu plano de saúde infantil oferece – pois é comum termos um médico de confiança que acompanhe seu filho desde os primeiros passos até a adolescência. Por conta disso, tenha atenção redobrada referente aos hospitais, consultórios e clínicas oferecidas e onde estão seus profissionais de confiança.

Por conta das grandes quantidades de vacinas durante o período da infância e adolescência, os custos com isso podem ser muito elevados. Vale ressaltar que grande parte dos planos não oferece um programa de vacinação; veja se o plano que você pretende contratar oferece.

Se preocupe também em buscar um plano sem coparticipação (onde você paga uma porcentagem de todas as consultas e/ou exames feitos) – já que, por serem crianças, existe uma maior demanda de consultas e exames. Sendo assim, a coparticipação pode fazer você gastar muito mais.

O tipo de plano que pode ser o melhor é o ambulatorial – que oferece consultas, exames especializados. Entretanto, se você gosta de estar prevenido, uma das opções é o hospitalar, que é muito mais completo e oferece benefícios adicionais.

 

Como incluir uma criança como dependente?

Primeiramente, você deve saber que, caso não tenha filhos, mas pretende incluir alguma criança próxima, é necessário ter algum grau de parentesco. Isso é definido pela a ANS. Os dependentes precisam ter graus:

  •         Parentes de 1º ou 3º grau – como filhos, netos, pais, avós, sobrinhos e entre outros;
  •         Parentes por afinidade – como sogros, padrastos e enteados;
  •         Cônjuges e companheiros por união estável.

Para incluir uma criança ao seu plano, é necessário apenas comprovar o vínculo, sendo que crianças tuteladas também tem direito ao benefício.

 

O que a ANS?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar, conhecida pela sigla ANS, é definida como o escritório regulador de planos de saúde no Brasil, que é vinculado ao Ministério da Saúde. A agência em si, é responsável exclusivamente pelo setor de planos de saúde no país, e mesmo sendo vinculada ao Ministério da Saúde, tem seu funcionamento de modo independente, como uma autarquia.

A área de planos e seguros de saúde no Brasil é um dos maiores sistemas privados de saúde em todo o mundo. E devido a isso, a responsabilidade da ANS é de regular os planos de saúde no Brasil, garantindo a existência de normas, controle e fiscalização do setor em prol do interesse público.

 

E o plano de saúde para recém-nascidos?

O interessante de possuir um plano de saúde, é que seu filho recém-nascido pode fazer uso dele – sem nenhum custo – durante os primeiros 30 dias de vida. Mas deve-se ter em mente que isso de acordo com as carências que foram cumpridas; e precisa incluir o dependente logo após.

É importante lembrar que, no começo da vida de um bebê, é necessário fazer vários exames – sem contar com as vacinações. Sendo assim, esses 30 dias podem ser proveitosos por conta disso.

 

 

 

 

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