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Planos de Saúde

Saiba se o plano de saúde cobre vacina ou não!

Entenda também a situação sobre a vacina contra Covid-19!

Leitura: 6 min
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Muitas pessoas se perguntam se o plano de saúde cobre vacina – sendo uma das questões, principalmente em tempos de pandemia, que as pessoas mais discutem ao contratar um serviço de uma operadora de saúde.

Nesse conteúdo, iremos abordar um pouco mais sobre se o plano de saúde cobre vacina – como isso ocorre, se vai acontecer com a vacina contra a covid-19 e entre outros assuntos!

 

Mas afinal, o plano de saúde cobre vacina?

De uma forma geral, a maioria das vacinas é fornecida pela rede pública de saúde, já que é papel do SUS imunizar a população, mas a cobertura dos planos de saúde varia em relação ao procedimento.

Algumas vacinas têm cobertura obrigatória, como a vacina contra a dengue (para os grupos de risco) e a OncoBCG, por exemplo – de acordo com a Lei 9.656/98. Entretanto, outras podem ser integralmente cobradas pelas clínicas particulares.

Muitos planos de saúde, no entanto, oferecem ressarcimento parcial ou descontos em algumas vacinas. Na dúvida, a orientação é procurar um consultor de plano de saúde ou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para pedir maiores esclarecimentos sobre a cobertura do seu plano.

 

O plano de saúde irá cobrir a vacina de Covid-19?

Logo em Dezembro de 2020, o Ministério Público Federal discutiu uma pauta enviada para a ANS sobre a inclusão da vacinação contra Covid-19 nos serviços mínimos dos planos de saúde. 

Agora, em 2021, um projeto de lei – que está em tramitação na Câmara dos Deputados – pretende obrigar todas as operadoras de plano de saúde privados a oferecerem vacinas contra Covid-19 aos clientes em casos de emergência de saúde pública de importância nacional!

A autora da proposta – deputada Rejane Dias – argumenta que o governo não conseguirá ofertar a vacina gratuita para toda a população.

Até o momento, não sabemos ao certo se o plano de saúde cobre vacina contra Covid-19, pois esse projeto de lei pode demorar meses até ser aprovado. O recomendado é ficar de olho nas notícias publicadas pela ANS em seu site oficial!

 

Ficarei doente se tomar vacina?

Já que abordamos se o plano de saúde cobre vacina, é importante ressaltarmos a importância dessas substâncias!

As vacinas foram produzidas de forma a desencadearem determinadas respostas do nosso sistema imunológico, que utiliza seus sistemas de defesa sempre que um agente agressor penetra em nosso corpo.

O que a vacina faz é “ensinar” o nosso sistema imunológico a reconhecer alguns desses agentes, evitando o desenvolvimento da doença ao produzir anticorpos específicos para combatê-los.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que a própria vacina seja preparada com os componentes deste mesmo agente agressor ou de algum que se assemelhe a ele.

Só que esses componentes, quando estão na vacina, não fazem mal ao organismo porque eles estão em uma forma atenuada (enfraquecida) ou inativada (morta).

Por isso, a crença de algumas pessoas de que a vacina “coloca a doença no organismo” é completamente equivocada: ninguém pega a doença por tomar vacina, o que ocorre é justamente o contrário.

Só que cada vacina tem um tempo certo para começar a agir, o que chamamos de “janela”, e pode acontecer de a doença, que já estava instaurada no organismo antes dele receber a dose de vacina, acabar se manifestando nesse meio tempo.

 

Conheça os tipos de vacina disponíveis no mercado

Confira como são os 4 tipos de vacinas e quais são elas:

Vacina inativada

São aquelas produzidas com bactérias ou vírus mortos por processos químicos ou físicos, como radiação, tratamento por formaldeído ou calor.

Entre as vacinas inativadas bacterianas estão a vacina contra a febre tifoide e a DTP (contra difteria, tétano e coqueluche).

Já as vacinas inativadas virais são as contra hepatite A, hepatite B, poliomielite (parenteral), HPV, influenza e raiva.

Vacina atenuada

Essas são compostas por bactérias ou vírus ainda vivos, mas que perderam sua capacidade de causar a doença por terem sido cultivados em um meio adverso.

Estes agentes são enfraquecidos através de mutações genéticas, por exemplo, de forma que processos essenciais para o seu desenvolvimento normal sejam modificados.

No rol das vacinas atenuadas virais encontramos aquelas contra caxumba, sarampo, rubéola, poliomielite (oral), rotavírus, febre amarela e varicela. Já as vacinas contra a febre tifoide (oral) e a BCG (contra a tuberculose) são atenuadas bacterianas.

Vacina combinada

As vacinas que apresentam antígenos de mais de um agente infeccioso são as vacinas combinadas.

Elas protegem contra mais de uma doença porque são produzidas com moléculas presentes em tipos diferentes de vírus e de bactérias e que disparam a reação imunológica. Entre elas estão a DTP (contra difteria, tétano e coqueluche) e a SCR (contra sarampo, caxumba e rubéola).

Quando é possível combinar imunizações que geralmente são feitas de forma separada é possível alcançar um espectro ainda maior de doenças em uma única aplicação. É o caso da DTP mais Hib (contra o influenza tipo B), que forma a tetravalente.

Vacina conjugada

A ideia, neste caso, é conseguir uma resposta imunológica através de componentes específicos do agente patogênico, como um carboidrato ou proteína. As vacinas pneumocócica infantil e a hemófilos tipo B são dois exemplos.

Entenda qual é o melhor plano de saúde para você (e para o seu bolso!)

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