Roupas que grávidas não devem usar

Roupas que grávidas não devem usar

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Mulher vaidosa gosta de ficar na moda, mesmo quando o barrigão só vai parar de crescer em alguns meses. Mas mais do que bonitas, as roupas para grávidas devem ser confortáveis e seguir alguns parâmetros para não atrapalharem os movimentos nem a circulação. Você pode perguntar ao médico do plano de saúde que acompanha o seu pré-natal quais são mais indicadas, mas não custa nada conhecer aqui algumas roupas que, ao contrário, as grávidas não devem usar. Fique de olho para não escolher o modelo errado e acabar se arrependendo depois.

Aproveitando as roupas de antes da gravidez

Os primeiros meses são os mais fáceis, afinal há várias roupas que podem ser aproveitadas enquanto a barriga ainda não está muito grande. Mesmo assim, tome cuidado, porque grávidas não devem usar roupas muito apertadas, principalmente calças compridas. Como as formas costumam se modificar com certa rapidez, aquela calça jeans que você tanto ama e praticamente já vai sozinha para o trabalho provavelmente terá que ser deixada de lado após o primeiro trimestre. Use-a enquanto estiver confortável, mas aposente-a temporariamente assim que o cós começar a apertar a barriga.

Cuidado com o tecido

Evite tecidos rígidos que possam machucar a pele ao longo do dia ou qualquer outro que possa causar algum tipo de alergia. Dê preferência aos naturais e aos que secam rapidamente, evitando tecidos que abafam a pele retendo a umidade natural. E lembre-se: ao menor sinal de irritação ou alergia procure um dermatologista do plano de saúde.

É verão? Prefira as cores claras

Da mesma forma, se você ficar grávida no verão, prefira roupas claras, que refletem os raios solares. As escuras, ao contrário, absorvem muito calor, aumentando a temperatura corporal e a sudorese. No inverno, faça o oposto.

Calçados de salto alto

Descobriu que está grávida? Então saia do salto. Nos primeiros meses de gravidez use saltos de até 3 cm, mas depois disso diminua ainda mais. No final da gestação o ideal são as rasteiras: mais confortáveis e também mais seguras. Como as modificações do corpo são muitas e muito grandes, o centro de gravidade é alterado, o que faz com que você perca o equilíbrio mais facilmente – e isso não é nem um pouco indicado para quem está preparando um neném. Além disso, as sandálias altas pioram o inchaço das pernas, aumentando o desconforto.

Diga não às roupas íntimas de tecidos sintéticos

Elas podem até ser mais bonitas, mas acabam impedindo a pele de respirar justamente em uma das áreas mais úmidas do corpo, a região pélvica – e então acabam aumentando risco de fungos e bactérias se instalarem no local. Prefira as roupas íntimas de algodão, que também ajudam a a evitar alergias e infecções. Escolha os modelos de cintura alta e com um bom elástico para aguentar o peso da barriga. E não esqueça: procure o médico que a acompanha pelo plano de saúde ao menor sinal de vermelhidão, ardência, inchaço, coceira ou corrimento anormal.

Procure seu médico do plano de saúde para sanar dúvidas

Durante a gravidez o organismo feminino tem cerca de 60% a mais de sangue, o que favorece os inchaços por conta da retenção de líquido. Por isso, nada deve ser demasiadamente apertado, nem sandálias de tiras, nem blusas na barriga. Se perceber qualquer alteração em suas partes íntimas, volumes, dores ou manchas pelo corpo ou ainda irritações na pele, procure seu médico do plano de saúde imediatamente. Na dúvida sobre qual roupa comprar, não compre: espere para falar com ele e tirar suas dúvidas.

Caso ainda não tenha um plano de saúde individual, você pode contratar um sem nem mesmo sair da frente do computador. Veja qual é o plano mais adequado ao seu perfil e fale com um vendedor especializado.

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