fbpx
Ir para o conteúdo
Para Mães e Filhos Plano de Saúde Familiar Plano de Saúde para Crianças

Por que fazer Plano de Saúde Infantil em São Paulo

Leitura: 7 min
572 visualizações

A maioria não para quieta um minuto e até na escola os professores passam um dobrado tentando fazer com que sosseguem. Mas criança é assim mesmo – e costuma-se dizer até quando a criança está muito quieta, tem alguma coisa errada.

Por isso os pais já sabem que precisam se preparar para os imprevistos, que podem variar de simples arranhões à doencinhas normais da infância.

São Paulo, especificamente, tem o que comemorar: em 2015 foi registrada a menor taxa de mortalidade infantil da história, totalizando uma queda de 65,7% nos últimos 25 anos e 37% em relação a 2000.

Apesar disso, o estado também coleciona alguns índices preocupantes em relação à saúde infantil.

É o que mostra a pesquisa The Infant and Kids Study (IKS), realizada pelo Ibope a pedido da Nestlé, e segundo a qual, em São Paulo, uma a cada duas crianças está acima do peso – sendo que, dessas, 13% estão com sobrepeso e 33% obesas.

O efeito tracking (doença que começa na infância e se estende pela vida adulta) é altamente preocupante em relação à obesidade, considerada, hoje, o principal problema de saúde pública no mundo inteiro, pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Se o seu filhote ainda não tem um plano de saúde infantil, esse é apenas um dos muitos motivos pelos quais você deve garantir a melhor assistência médica possível. Afinal, é na infância que se previne a maioria das doenças que podem prejudicar a sua qualidade de vida como adulto.

(Fontes: Veja, SP Notícias)

Dados mostram perigos para a saúde infantil em São Paulo

Os dados da pesquisa, realizada com 1.000 crianças entre zero e 12 anos, mostra ainda que 33% daquelas acima de 4 anos consomem mais gordura e 70% mais sódio do que o recomendado pela OMS – e metade delas é sedentária, especialmente as com mais de 5 anos. A falta de nutrientes importantes também é preocupante.

O estudo mostra que em 84% delas o consumo de cálcio está abaixo do recomendado, assim como a ingestão das vitaminas A, C, D e E.

Vale ressaltar que a pesquisa foi desenvolvida com crianças de todas as classes sociais na região metropolitana de São Paulo.

A falta de nutrientes, o sedentarismo e a alimentação inadequada geram uma série de problemas de saúde nos pequenos, alguns relacionados à obesidade e ao sobrepeso, outros não.

Por isso, é preciso não só garantir um atendimento de qualidade em urgências e emergências, mas também manter um calendário eficiente de consultas regulares ao pediatra, nutricionista e diversos outros especialistas que podem garantir um desenvolvimento saudável.

Problemas respiratórios infantis se agravam no estado

Por outro lado, um surto do vírus sincicial respiratório (VSR), que costuma acometer crianças no outono e no inverno, está causando preocupação às crianças menores de 2 anos em São Paulo.

Ele é o maior responsável pelos casos de bronquiolite (infecção nos pulmões) nessa faixa etária, e pode levar a criança a apresentar um chiado recorrente até cerca dos 13 anos de idade.

O aumento dos casos graves do VSR tem assustado e lotado os hospitais do estado. Seus principais sintomas iniciais são corrimento nasal (coriza), tosse leve e, em alguns casos, febre, mas em até dois dias, a tosse piora e ao mesmo tempo a respiração da criança fica mais rápida e difícil.

Para crianças maiores de 2 anos ou adultos, o VSR pode ser confundido com um resfriado, no entanto, em prematuros ou portadores de displasia broncopulmonar ou doenças cardíacas congênitas, o vírus pode dobrar o tempo de hospitalização da criança.

Para se ter uma ideia, o volume de internações na UTI infantil foi 50% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

(Fontes: Minha Vida, G1)

Plano de saúde infantil agiliza diagnóstico e tratamento

Crianças têm problemas de saúde diferenciados, por isso merecem planos de saúde também diferenciados.

Várias operadoras, em São Paulo, oferecem Plano de Saúde Infantil que focam com mais exclusividade nas necessidades do seu filhote.

O ideal é conversar com um vendedor especializado e descobrir quais os melhores planos de saúde infantis da sua região.

No entanto, outros fatores também devem ser levados em consideração na hora da escolha do plano. Uma dica que pode ser bastante interessante para o bolso é em relação à sua forma de participação no plano de saúde.

Geralmente, para quem usa pouco o plano, o mais interessante é a co-participação, na qual você paga uma mensalidade um pouco menor, mas precisa desembolsar um percentual cada vez que fizer uma consulta, exame, ou qualquer procedimento.

No caso das crianças que vão fazer Plano de Saúde Infantil, no entanto, geralmente essa modalidade não é a que sai mais em conta. Nesse caso, o ideal é a mensalidade fixa, cujo valor não muda de acordo com o uso.

Seja qual for o procedimento – respeitados os prazos de carência, é claro – você não paga nada a mais por consultas, exames, internações ou cirurgias.

Como, estatisticamente as crianças têm uma frequência maior de idas e vindas a diversos especialistas, a opção de mensalidade fixa acaba saindo bem mais em conta.

Quer saber mais sobre plano de saúde infantil em São Paulo? Você pode começar fazendo uma simulação online entre as diversas operadoras da sua região.
Você vai ver que garantir a saúde e a qualidade de vida do seu filhote em todas as épocas da infância pode ser muito mais fácil do que você imagina.

Denise
SOBRE O AUTOR: Posts desse autor

Denise Huguet

Jornalista formada pela PUC-RJ com certificação pela Rockcontent em produção de conteúdo. Já fui repórter, redatora, editora, assessora de imprensa e apresentadora de telejornal com passagens por jornais como O Globo, O Fluminense, A Tribuna e várias instituições de pesquisa e ensino. Desde 2010 me dedico integralmente à produção de conteúdo. Portfólio: https://denisehuguet.wixsite.com/dhcomunicacao

Recomendado para você:

Postagens mais vistas: