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Medicamentos Saúde

Os males do consumo excessivo de remédios

Leitura: 8 min
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O problema é tão grave que já é considerado saúde pública. Os males do uso excessivo de remédios podem se refletir das mais diversas formas – inclusive deixando o organismo mais suscetível a diversas doenças.

Essa prática perigosa se reflete tanto na automedicação quanto na indicação de pessoas sem qualificação, como vizinhos, amigos e balconistas de farmácias.

As facilidades com que contam os beneficiários dos planos de saúde não deixam margem para esse mau hábito, já que é simples e rápido marcar consultas e exames com especialistas.

No entanto, ainda assim muitas pessoas insistem no uso indevido de medicamentos, até mesmo por considerar que alguns são “inofensivos”, como os analgésicos.

Conheça agora os males do uso excessivo de remédios – e porque é tão importante contar com os melhores médicos dos planos de saúde para evitar ou diagnosticar precocemente essas doenças.
(Fonte: Fiocruz)

Os males do uso excessivo de remédios como opiáceos e antidepressivos

Todo medicamento usado de forma inadequada pode causar prejuízos à saúde, mesmo que ele tenha sido receitado para você.

Por isso, é preciso seguir à risca a prescrição médica, já que só o profissional tem a qualificação necessária para determinar a dose correta para cada caso.

Apesar de legalizados e acessíveis, muitos medicamentos podem causar dependência tão prejudicial quanto o de drogas ilegais.

De acordo com o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), em todo o mundo, o uso abusivo de medicamentos controlados já supera o consumo somado de heroína, cocaína e ecstasy.

No Brasil, mais de 27 mil pessoas já foram vítimas de intoxicação por medicamentos em todo o Brasil, de acordo com levantamento recente feitos pelos pesquisadores da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Antidepressivos e opiáceos estão entre os que mais causam dependência, seguidos por remédios para emagrecer e abortivos.

Eficientes e não perigosos quando usados a curto prazo, causam dependência séria quando usados a médio e longo prazos, já que o organismo se adapta ao seu uso, o que faz com que o indivíduo sinta necessidade de aumentar a dose para que surta efeito.

(Fontes: IG, Ipaseal Saúde)

Entre os males do uso excessivo de remédios está o maior risco de Alzheimer

Entre os males do uso excessivo de remédios, essa dependência acarreta redução da memória – que já foi associada ao desenvolvimento de Alzheimer.

Nos idosos o problema se agrava ao se associar ao risco de quedas e suas complicações: com a mobilidade reduzida há também maior risco de isolamento social que leva ao estresse, ansiedade e depressão.

É formado, então, um verdadeiro círculo vicioso que, mesmo nos adultos jovens, pode ser associado ao álcool, agravando o quadro psiquiátrico e potencializando os males do uso exagerado de remédios.

No caso de dependência, é necessário fazer um acompanhamento psicológico e psiquiátrico, muitas vezes com internação em clínicas especializadas, para que haja a desintoxicação do organismo.

No entanto, em alguns casos pode já haver um comprometimento sério do sistema nervoso, assim como da função hepática.

Neste caso, o organismo já não consegue metabolizar o medicamento, que pode interagir com outras substâncias e prejudicar ainda mais o tratamento de outros males.

No entanto, apesar das tarjas pretas para uso controlado através de receitas, muita gente não consegue imaginar ou acreditar nos males do uso excessivo de remédios.

Eles incluem ainda muitos outros efeitos colaterais, como alergias, complicações hematológicas e hepáticas e até envenenamento.
(Fontes: IG, Ipaseal Saúde)

Outros efeitos colaterais dos males do uso excessivo de remédios

Além da dependência, os efeitos colaterais dos males do uso excessivo de remédios também incluem alergias, complicações hematológicas e hepáticas e até envenenamento. O uso excessivo de analgésicos, por exemplo, pode ocasionar o efeito oposto: dor crônica.

É o que mostra um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) sobre o uso prolongado de opióides, como a morfina, por exemplo.

No entanto, os males do uso excessivo de remédios analgésicos simples e anti-inflamatórios é especialmente preocupante no Brasil. Dipirona, paracetamol, cetoprofeno e nimesulida estão entre os mais utilizados para mascarar a dor. Sim, mascarar, porque ataca o sintoma e não a causa.

Como resultado, a dor, que no início é ignorada por causa do remédio, aumenta quando o organismo se habitua com ele após um tempo e deixa de fazer efeito.

Ao aumentar a dose, pode ocorrer danos hepáticos, sangramentos, lesões estomacais e problemas renais.
(Fonte: Veja)

Saiba como evitar os males do uso excessivo de remédios

No entanto, é possível evitar os males do uso excessivo de remédios com algumas providências simples e mudança de hábitos. As mais importantes delas é nunca se automedicar e sempre consultar um clínico geral ou especialista quando houver sinal de algum problema.

Os planos de saúde oferecem inúmeras opções de profissionais altamente qualificados, exames, clínicas, hospitais e laboratórios para diagnóstico e tratamentos variados.

Além disso, jamais suspenda, por conta própria, a medicação que foi receitada pelo médico, nem tome o medicamento fora dos horários especificados, nem deixe de seguir qualquer recomendação feita pelo profissional.

Também não repita receitas mesmo que tenham sido passadas para você anteriormente para um problema que parece ser o mesmo de agora.

Lembre-se que apenas o médico do plano de saúde tem a qualificação necessária para determinar se um medicamento deve ou não ser repetido e se a causa é realmente a mesma ou está associada a algum outro problema.

Por outro lado, a adoção de hábitos saudáveis no dia a dia não só colabora para melhorar sua qualidade de vida como para evitar os males do uso excessivo de remédios.

Procure fazer atividades físicas regularmente, faça check-ups anuais para diagnosticar qualquer problema precocemente, pare de fumar e evite o excesso de álcool, não use drogas, e procure um nutricionista para fazer um plano alimentar individualizado, que contemple todos os nutrientes que você precisa de acordo com seu estilo de vida.
(Fonte: Fundação Refer)

Dessa forma você terá uma vida mais saudável e a certeza de que estará tendo a melhor orientação médica sempre que necessário.

Não tem ainda um plano de saúde? Então não perca tempo, ele é essencial para evitar os males do consumo exagerado de remédios.
Conheça as operadoras que atuam na sua região e converse agora mesmo com vendedor especializado. Você verá que é muito fácil e acessível ter um plano de saúde perfeito para você.

Denise
SOBRE O AUTOR: Posts desse autor

Denise Huguet

Jornalista formada pela PUC-RJ com certificação pela Rockcontent em produção de conteúdo. Já fui repórter, redatora, editora, assessora de imprensa e apresentadora de telejornal com passagens por jornais como O Globo, O Fluminense, A Tribuna e várias instituições de pesquisa e ensino. Desde 2010 me dedico integralmente à produção de conteúdo. Portfólio: https://denisehuguet.wixsite.com/dhcomunicacao

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