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Gravidez na adolescência: como um plano de saúde pode ajudar

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Os motivos podem ser variados e, na maior parte das vezes, controversos, mas o fato é que o número de grávidas adolescentes (entre 10 e 19 anos) ainda é muito preocupante no Brasil. Um relatório divulgado pelo Banco Mundial no final de 2015 com números de 2013 revela que a América Latina tem uma das mais altas taxas de gravidez precoce do mundo, ficando atrás apenas da África subsaariana e do sul da Ásia. Nos últimos 20 anos o Brasil conseguir subir 14 posições nesse ranking, passando para a 49ª posição, mas ainda assim o índice é considerado alto.

De acordo com o IBGE em seu estudo Estatísticas do Registro Civil, também de 2013, Alagoas é o estado com o maior índice de gravidez entre adolescentes, com 26,1% do total de grávidas com idades até os 19 anos. Nessa faixa etária, a maioria das meninas ainda não tem o organismo totalmente formado e, por isso, manter o calendário do pré-natal é ainda mais importante, com acesso à saúde de qualidade para um gestação tranquila. Veja como o plano de saúde pode ajudar nesse sentido.

Quanto menor a idade, maior deve ser os cuidados na gravidez 

Cuidar da saúde da mamãe e do bebê é prioridade em qualquer gestação, mas quando a grávida é apenas uma menina é preciso ainda mais cuidados para que não haja qualquer tipo de complicação durante a gravidez ou durante o parto. Para isso é essencial contar com bons médicos e hospitais, assim como cumprir todas as etapas do pré-natal.

Nesse processo, o plano de saúde é o melhor aliado, é preciso ficar de olho em relação a algumas questões, como a carência para o parto, que é de 300 dias. Por isso, se você fizer um plano apenas depois de descobrir que está grávida, só terá direito à cobertura proporcional – e o parto terá que ser feito por fora. Mas atenção, essa carência não vale para partos emergências (já que a carência para emergência é de apenas 24 horas) e partos prematuros.

Atenção aos prazos das carências 

Preste atenção também na carência para consultas e exames, já que varia entre 30 e 180 dias, de acordo com a complexidade do procedimento. Mesmo se você contratar o plano no início da gravidez, não será possível contar com a cobertura de uma ultrassonografia logo no primeiro trimestre, por exemplo. Se você fizer a adesão a um plano de saúde empresarial ou coletivo com mais de 30 inscritos, entretanto, não é preciso cumprir carência.

Para evitar surpresas desagradáveis, portanto a dica é fazer a contratação antes da gravidez e se não há qualquer planejamento a respeito, o ideal é fazer um plano de saúde com obstetrícia para estar sempre preparada. Dessa forma a cobertura estará garantida mesmo que a cegonha chegue sem aviso.

Prefira o plano ambulatorial hospitalar com obstetrícia 

Fique de olho também em outros aspectos do contrato, como a cobertura. Além da obstetrícia, o plano deve ser hospitalar – porque se ele for apenas ambulatorial ele não cobrirá internação, apenas consultas, exames e tratamentos. Caso o seu plano atual não seja assim, converse com um vendedor especializado sobre como migrar para um plano ambulatorial+hospitalar+obstetrícia.

Se você já tem um obstetra de confiança, mas ele não faz parte do plano, vale a pena fazer algumas continhas. Veja a rede referenciada, procure saber sobre os principais profissionais, hospitais e laboratórios próximos a você, peça referências para amigos ou consulte pela internet para conhecer mais sobre o nível de excelência.

 Veja também o valor da consulta do seu médico e qual o percentual de reembolso que os planos oferecem e calcule o que vale mais: fazer um plano mais caro que tenha um reembolso maior, ou uma mais em conta com reembolso menor e migrar para outro médico que seja conveniado.

ANS garante direito a acompanhante 

A gestante tem direito a um acompanhante indicado por ela nos planos hospitalares com obstetrícia, que poderá ficar ao seu lado durante o trabalho de parto, o parto e também no período por até dez dias após o procedimento. A cobertura se estende às despesas com alimentação e paramentação do acompanhante, por isso não aceite cobranças indevidas.

Você também poderá trocar de plano durante a gravidez se for necessário, mas essa troca só pode ser feita por quem tem mais de dois anos de contrato, por um plano equivalente e no mês de renovação do convênio. Para os planos coletivos vale o que estiver explicitado no contrato, mas de uma forma geral havendo troca ou cancelamento por parte da operadora as carências voltam a vigorar.

Por isso, não vale a pena ser pega de surpresa: faça agora um plano de saúde com obstetrícia para você ou sua filha em idade sexualmente ativa, porque essa é uma garantia de saúde que ninguém quer abrir mão.

Quer saber mais sobre as vantagens dos planos de saúde para gestantes? Converse com um dos nossos corretores especializados e aumente as chances de uma gravidez tranquila, em qualquer idade.

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