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Gravidez: 5 mitos sobre alimentos que ajudam na produção de leite materno

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A gravidez é uma época de transformações profundas no corpo da mulher, cercada de cuidados, dengos – e pitacos por todo lado sobre como aumentar a produção de leite para o bebê que vai nascer. Os tempos mudam, a medicina avança, mas ainda não inventaram nada que ande tão rápido quanto um bom boato. Quem tem plano de saúde tem a vantagem de contar com toda a assistência do obstetra à disposição no pré-natal para tirar todas as dúvidas, além de diversos especialistas que podem ser consultados a qualquer momento. Mas não custa nada desmistificar a ideia de que determinados alimentos ajudam na produção de leite – explicando direitinho o porquê, claro.

Converse com o pediatra do plano de saúde sobre a importância da amamentação

Amamentar é um ato de amor que aumenta o vínculo entre mãe e filho, mas também reforça o sistema imunológico do bebê, evita cólicas, previne contra diabetes e obesidade e ainda reduz o risco de alergias –  entre outros motivos porque o ferro do leite materno tem mais absorção do que o leite artificial. Em todo o mundo, o aleitamento materno exclusivo ajuda a evitar 13% das mortes de crianças menores de 5 anos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Durante a gravidez, converse com o futuro pediatra do seu filhote sobre as vantagens da amamentação nos primeiros seis meses de vida. Lembre-se: o leite materno é o alimento mais saudável, mais barato e já vem nutricionalmente completo para seu filhote – então agora preste atenção no que é puro mito no assunto e fique esperta.

1. Cerveja preta e canjica aumentam a produção de leite

Essa ideia é antiga e não poderia estar mais errada: puro mito. Para início de conversa, o álcool da cerveja (nem preta nem clara) não é recomendado nem na gravidez nem na amamentação, e a canjica não tem nada que justifique a fama. O que aumenta a produção de leite é beber bastante água e ter uma alimentação balanceada. O nutricionista do plano de saúde pode ajudar você a fazer o plano alimentar ideal, porque nessa fase o gasto calórico é 30% maior e precisa ser reposto de forma saudável.

2. Iogurte, por ser derivado de leite, estimula sua produção

Mito. O iogurte é um alimento saudável, que pode ser inserido no café da manhã das gestantes – salvo recomendação médica contrária – ou de quem está amamentando, mas ele, por si só, não colabora para o aumento da produção do leite materno. Por outro lado, por ser rico em cálcio, vitaminas B3, B6 e B12, ter alta concentração de proteína e ômega 3, colabora para a saúde do bebê e da mamãe durante a gravidez.

3. Caldo-de-cana e rapadura: de onde saiu essa ideia?

Mito! Assim como os demais alimentos, não há nenhuma comprovação científica de que rapadura e caldo-de-cana aumentem a produção de leite, muito pelo contrário: o que se sabe é que, por serem riquíssimos em sacarose, podem provocar cólicas no bebê.

4. Legumes, por terem muita água, também ajudam na produção

Outro mito, apesar de ser um alimento super saudável – mas não é a água do legume que faz bem à saúde, e sim as vitaminas A (presente na cenoura, por exemplo) que melhora a imunidade; e C (em couve-flor e brócolis), que estimula a absorção de ferro, só para citar algumas. Elas deixam a mamãe mais saudável durante a gravidez, mas não substituem a ingestão de água. Durante o período de amamentação, o consumo deve ser entre 2 e 3 litros diários para repor o que o organismo está perdendo.

5. Alimentação da mãe passa para o bebê

Verdade, por isso alguns alimentos devem ser evitados, como bebidas alcoólicas e cafeinadas, porque essas substâncias podem agir como estimulantes, deixando o bebê tenso em vez de relaxado. A alimentação deve ser balanceada de forma a ter todos os nutrientes em sua forma o mais saudável possível, mas o único alimento que realmente influencia a produção de leite materno é a água. Fora a água, apenas um outro fator é capaz de aumentar a produção do leite materno: amamentar em livre demanda, ou seja, sempre que o bebê chorar.

Da mesma forma, não existe leite fraco, mas pode acontecer de o bebê estar sugando o seio de forma incorreta por causa do uso de bicos artificiais, como de mamadeiras e chupetas. Ao sugar de forma errada o bebê faz muito esforço, mas não consegue retirar a quantidade ideal de leite.

Use seu plano de saúde

Mamães e futuras mamães devem usar e abusar do seu plano de saúde com obstetrícia, sanando todas as suas dúvidas com o obstetra ou pediatra, e também aproveitando as especialidades para apoiar seu período de gravidez e amamentação, como o nutricionista. Estes profissionais são as pessoas mais indicadas para dar toda a orientação necessária ao período. Lembre-se de que alimentos que fazem bem a uma pessoa podem causar alergia a outras, por isso esqueça os pitacos cheios de boa vontade e siga apenas a orientação dos profissionais do seu plano de saúde.

Se está pensando em engravidar, mas ainda não tem cobertura particular, a dica é fazer um plano de saúde com obstetrícia. Dessa forma você garante a cobertura de todos os exames do pré-natal e seu bebê também já nascerá automaticamente beneficiado pela sua cobertura.

Para saber mais, converse com um vendedor especializado e pergunte pelos prazos de carências do plano com obstetrícia. A programação adequada pode garantir muito mais qualidade de vida para você e seu bebê durante e depois da gravidez.

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