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Bem estar Dieta Para Mães e Filhos

Como um Plano de Saúde pode auxiliar na Obesidade Infantil

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Você sabia que um terço das crianças brasileiras estão acima do peso recomendado? Se você ainda é do tempo em que sobrepeso era sinal de saúde, já passou da hora de mudar seus conceitos. É justamente o contrário: a obesidade aumenta em muito o risco de desenvolvimento de diversos problemas à saúde, mesmo em quem ainda está com o organismo “novinho em folha”. E a responsabilidade é dos pais, que têm a obrigação de controlar a gulodice dos filhos. Para isso, eles contam com duas armas poderosas, os planos de saúde e toda a força da palavra “não”.

Obesidade infantil abre portas para diversas doenças

Fofas, gostosas de apertar e super simpáticas. O que parece uma delícia, na verdade, esconde um problema sério: crianças gordinhas correm mais riscos de terem complicações e desenvolver doenças que podem acompanhá-las de forma crônica até a vida adulta. As mais comuns são as doenças do coração, hipertensão, colesterol alto e diabetes.

Crianças com IMC (Índice de Massa Corporal) acima do normal também têm mais chances de desenvolverem doença coronarianas quando adultas. Quando a criança atinge 15% a mais do seu peso indicado em relação à altura, ela já é considerada obesa.

A questão é tão séria que desde 1998 a Organização Mundial da Saúde declarou a obesidade infantil como epidemia global. Na época, já existiam no mundo mais de 22 milhões de crianças obesas – abaixo dos 5 anos de idade. No Brasil, de acordo com o OBGE, 15% das crianças entre 5 e 9 anos são obesas.

Aprenda a dizer não e comece a ganhar o jogo contra a obesidade infantil

A principal causa da obesidade infantil é a ingestão em excesso de calorias. Pizzas, fast foods, hambúrgueres, doces, biscoitos e vida sedentária: receita certa para a bomba da obesidade. Hoje cada vez mais a diversão eletrônica que substitui as brincadeiras com bola na rua, os piques e os passeios de bicicleta, por exemplo, colaboram para que os pequenos fiquem praticamente viciados em comer e não fazer nada, confortavelmente sentados ou deitados no sofá.

Mas como resistir às manhas, beicinhos, escândalos e até promessas chorosas para ganhar a gulodice tão desejada? Difícil, mas a verdade é que papais e mamães têm que se armar de coragem e fazer ouvidos mocos à todo tipo de chantagem emocional e ser firma na resposta: “não”. A comida saudável é a maior prova de amor que você pode dar ao seu filho e para isso pode entrar em cena outro grande aliado: o plano de saúde infantil.

Plano de saúde, um grande aliado

Com ele é possível fazer um tratamento multidisciplinar de combate ao sobrepeso, esteja ele já instalado ou incipiente. Comece conversando com o pediatra, que deverá fazer o cálculo do IMC para determinar o grau de sobrepeso existente. Esse é um cálculo que até você pode fazer em casa se está em dúvida se o filhote está ou não a caminho da obesidade e, em caso positivo, o ajudar a ter mais firmeza na hora de dizer não. Basta dividir o peso (em) quilos pelo quadrado da sua altura (em metros).

Ainda que a análise do IMC para a determinação da obesidade infantil leve em consideração ainda outros fatores, basicamente há uma tabela que indica o grau de sobrepeso de acordo com o IMC:

Valor do IMC

Igual ou menor

que 18 Kg/m2

O que significa

Baixo peso em relação à altura

Entre 19 e 24 kg/m²

Peso normal e proporcional à altura

Entre 25 e 26 kg/m²

Peso acima do normal em relação à altura (sobrepeso)

Entre 27 e 39 kg/m²

Peso acima do normal em relação à altura (obesidade)

Igual ou maior

que 40 kg/m²

Obesidade mórbida

Aproveite o plano de saúde para uma abordagem multidisciplinar

Muito provavelmente o pediatra pedirá vários exames e o indicará também para fazer uma dieta com o nutricionista. Mais uma facilidade com o plano de saúde, que tem cobertura obrigatória do especialista garantida no Rol de Eventos e Procedimentos obrigatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O nutricionista vai procurar elaborar um plano alimentar que contemple o que o pequeno precisa comer procurando levar em conta suas preferências, mas a sua participação é fundamental – e nessas horas, saber dizer não aos itens fora da dieta é para questão de amor.

Se houver muita dificuldade a dica é incluir no tratamento consultas com um psicólogo. Os planos de saúde também oferecem cobertura para a psicoterapia, que pode ajudar a criança a compreender e aceitar melhor a necessidade de seguir o plano alimentar. Como muitas vezes o gordinho também sofre com problemas de bullying na escola, essa pode ser uma boa oportunidade de aumentar sua autoestima e dar mais segurança ao pequeno para seguir a dieta com mais força de vontade.

Lembre-se, no entanto, que fechar os olhos para o problema não o resolverá. Se seu filho não tem ainda um plano de saúde, fale com um vendedor especializado e dê o pontapé inicial para virar esse jogo. Seu filho merece todo o seu apoio, carinho e firmeza para ganhar essa batalha contra a obesidade infantil.

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