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Planos de Saúde Saúde

Como um plano de saúde ajuda a tratar o vício de fumar

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem expectativas otimistas. De acordo com ela, 78% da população mundial com 15 anos ou mais são não-fumantes, cerca de 3,9 bilhões de pessoas. E, segundo ela também, essa é uma tendência que veio para ficar: até 2025 oito em cada dez pessoas nessa faixa etária não fumarão. Os dados da OMS mostram ainda que em 30 anos o número de fumantes caiu 50% em todo o mundo.

Mesmo assim, o tabagismo ainda é o principal fator de risco evitável para as doenças cardiovasculares. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), causa 23 mortes por hora no Brasil, sendo 25% delas consequência de doenças coronarianas. Em todo o mundo ainda são 6,3 milhões as mortes relacionadas ao tabaco. Se você faz parte desse grupo mas quer engrossar o time dos ex-fumantes, é muito bom saber como o plano de saúde pode ajudar a acabar com o vício de fumar.

Fim do vício de fumar: benefício para todos

Na verdade é um interesse de dois lados. Por um, pessoas cada vez mais conscientes dos sérios problemas causados pelo vício de fumar. Por outro, os planos de saúde que têm que arcar com os altos custos de tratamentos complexos e, às vezes, longos. No final das contas todos ganham com os programas antitabagismo que têm sido oferecidos pelas operadoras com ótimos resultados.

Na Amil, por exemplo, uma das maiores o Brasil, o número de interessados no programa para acabar com o vício de fumar aumentou de 130 para 400 beneficiários por mês. Os custos, para a operadora, é relativamente baixo – cerca de R$ 300 por pessoa em um programa que inclui monitoramento remoto e oito consultas individuais e em grupo.

Maior risco de câncer de pulmão

Custo baixo para a operadora, ganho imenso para o paciente. O vício de fumar é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão, por exemplo. Se o tratamento da doença custa entre R$ 200 mil e R$ 400 mil para a operadora, para o paciente pode custar longos anos de sofrimento e a própria vida.

O programa para ajudar a acabar com o vício de fumar foi criado em 2012 e já beneficiou mais de 5 mil pessoas ao longo destes cinco anos. Como a adesão tem crescido em ritmo acelerado, a empresa parece estar no caminho certo. E a preocupação da Amil não é à toa: entre 2012 e 2015, o número de pessoas que passaram pela quimioterapia por causa do câncer de pulmão – tipo de câncer mais prevalente entre os beneficiários da operadora – simplesmente dobrou.

Empresas também têm programas para funcionários

Mas não é apenas a Amil que está investindo no fim do vício de fumar. A Bradesco Saúde, que é a maior operadora do país, oferece às empresas clientes um programa antitabagismo para seus funcionários. Os custos são um poucos mais caros, mas o serviço é diferenciado e também significa uma economia para a própria empresa cliente: funcionários mais saudáveis faltam menos, produzem mais, há menos afastamentos e aposentadorias por invalidez ou morte.

Pelo programa da Bradesco, as empresas pagam R$ 3,6 mil por cada funcionário que se dispõe a largar o vício de fumar. Um psiquiatra e uma médica pneumologista vão ao local, fazem uma palestra explicando as vantagens e os ganhos para quem deixar de fumar, e fazem uma avaliação dos interessados. Depois disso, há um cronograma de consultas realizadas na própria empresa.

A facilidade de ter uma equipe médica por perto tem incentivado um número crescente de funcionários: de acordo com a Bradesco Saúde, 48% dos participantes deixaram de fumar e 43% reduziram a quantidade diária de cigarros.

Programas contra o vício de fumar se espalham pelo país

Para quem tem ou pretende ter Unimed o vício de fumar também pode ficar no passado. Hoje já existe um programa antitabagismo para os próprios funcionários da operadora, mas ela já está desenvolvendo um modelo semelhante para implantar entre seus beneficiários.

A tendência mundial apontada pela OMS na verdade se reflete em uma busca cada vez maior pela qualidade de vida, um item também cada vez mais valorizado pelas operadoras de planos de saúde. Prova disso é o sucesso dos demais programas, desenvolvidos para idosos, portadores de diabetes, pessoas com obesidade e diversas doenças crônicas.

Só no primeiro trimestre de 2015, por exemplo, o programa da Amil de combate a problemas crônicos e promoção da qualidade de vida conquistou mais de 60 mil adeptos. Já a Hapvida, maior operadora do Norte e Nordeste, já atende a mais de 20 mil pessoas em seus cinco tipos de programa.

Por isso, se você quer largar o vício de fumar, procure seu plano de saúde e conheça os programas disponíveis.

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