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Planos de Saúde

Como contratar um plano de saúde dentro do seu orçamento

Leitura: 7 min
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Você, finalmente, chegou à conclusão de que sem plano de saúde, não dá. E está certo, claro, afinal há muitos anos ninguém pode contar mesmo com a saúde pública e o serviço particular é caríssimo — imagina um tratamento prolongado de uma doença grave? Mas, como a maioria dos brasileiros, terá que ter aquele jogo de cintura para encaixar a mensalidade do plano no orçamento doméstico, já tão carregado de dívidas. Mas como sem saúde ninguém faz dinheiro para pagar as contas, nós temos algumas dicas que vão ajudar você a contratar um plano de saúde dentro do seu orçamento. Duvida? Então olha só.

Realize uma lista do que você realmente precisa! 

Isso é fundamental para você não pagar a mais por serviços que você não precisará usar no plano de saúde. Por exemplo, se você não costuma viajar muito, não precisa de cobertura nacional nem internacional, que encarecem o plano. Quais os especialistas que você ou sua família deverá usar mais, há exames que são realizados com mais frequência? Algum beneficiário precisará de serviços especiais, como remoção aérea, atendimento domiciliar, translado, etc.

Pense qual a frequência que você deverá usar o plano de saúde. 

Há duas formas de pagamento das mensalidades: através de um valor fixo todo mês, independente do quanto usar o plano, e com coparticipação, ou seja, uma mensalidade bem mais em conta, porém com um percentual a ser pago a cada consulta, exame ou procedimento, que geralmente varia entre 10% e 50%. Se você tem uma saúde de ferro e mal vai ao médico, provavelmente a forma mais econômica será com coparticipação, mas se você ou algum dependente tem uma doença crônica, ou usa algum especialista, ou exame com frequência, sairá mais barato pagar a mensalidade fixa.

Realize cotação em diversas operadoras! 

Geralmente os vendedores especializados trabalham com diversas operadoras que, no que lhe concerne, têm uma grande variedade de planos — muito parecidos, mas com valores que podem variar bastante entre uma e outra operadora. Veja quais as que operam na sua região, faça uma busca na internet sobre elas (a Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, costuma realizar uma avaliação anual indicando as melhores e as mais problemáticas) e conheça os planos oferecidos.

Escolha o melhor tipo de acomodação para o seu conforto e o seu bolso. 

O preço também varia conforme o tipo de acomodação escolhido em caso de internação, quarto particular ou enfermaria (que costuma ter no máximo quatro leitos). Se esta não é uma situação frequente nem você tem qualquer cirurgia eletiva programada, a enfermaria é uma opção mais em conta. A diferença é apenas em relação à privacidade sem qualquer diferencial em relação ao atendimento.

Cogite a possibilidade de um plano de saúde coletivo por adesão ou empresarial. 

Se você é pessoa jurídica (tem CNPJ) pode fazer um plano empresarial a partir de duas ou três vidas, mas mesmo que não tenha, pode contratar um plano coletivo por adesão, vinculado a uma entidade de classe, como um sindicato. Esses planos podem ser até 30% mais em conta do que os para pessoa física, mas não têm o reajuste regulado pela ANS e podem ser rescindidos a qualquer momento por qualquer uma das partes após 1 ano de contrato e mediante aviso com 60 dias de antecedência. É questão de analisar as vantagens e desvantagens de cada tipo.

O que interfere no valor de um plano de saúde?

É muito importante conhecer quais são os fatores que influenciam nos preços dos planos de saúde, assim fica mais fácil escolher um plano de saúde dentro do seu orçamento.

Planos individuais.

O ajuste conforme mudança de faixa etária é igual para qualquer tipo de plano, ou seja, sempre que você mudar de uma faixa etária para outra, o valor do seu plano subirá. Essas mudanças acontecem dos 18 aos 59 anos, com intervalos de 5 anos. A primeira mudança acontece dos 18 para os 19, a seguinte com 24, depois com 29 e assim por diante, até os 59. E a partir dos 59 não existe mais mudanças de faixa etária.

Já o ajuste anual não funciona da mesma forma para todos os tipos de plano. Como o próprio nome diz, o ajuste ocorre na data de aniversário de cada contrato. Para planos de saúde individuais e familiares, esses ajustes são limitados pelo índice da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), mas os planos podem aumentar menos do que o índice.

Planos empresariais/coletivos

Ao contrário do que acontece nos planos individuais, nos planos coletivos os reajustes não são definidos pela ANS. Nesses casos, a Agência apenas acompanha os aumentos dos preços. Eles são reajustados através de livre negociação entre a operadora do plano de saúde e o representante do grupo contratante (empresa, fundação ou associação) e a ANS não interfere nessa negociação. Em 2018 o aumento máximo permitido pela ANS para planos de saúde individuais foi de 10%.

O que interne no valor de reajuste no caso do plano de saúde empresarial (ou coletivos) são o número de sinistralidades e a taxa de inflação médica, esses dois fatores combinados são o que definem o valor de um plano de saúde empresarial.

Então, nada de escolher o primeiro plano que constatar pela frente ou aquele que o colega do trabalho tem e diz ser sensacional — porque o que serve para ele pode não servir para você. O melhor plano de saúde é o plano de saúde dentro do seu orçamento e que atende as suas necessidades.

A melhor dica é conversar com um vendedor especializado e expor suas dúvidas, necessidades e capacidade de pagamento, porque ele é a pessoa mais indicada para prestar todas as informações e ajudá-lo a realizar a melhor escolha.

Entenda qual é o melhor plano de saúde para você (e para o seu bolso!)

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