Coisas sobre plano de saúde infantil que vendedores nunca falam

Coisas sobre plano de saúde infantil que vendedores nunca falam

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Fazer um plano de saúde para os pequenos é uma verdadeira tranquilidade, porque não há nada melhor para papais e mamães do que saber que eles terão acesso aos melhores médicos caso haja necessidade. No entanto, há alguns itens que os corretores de plano de saúde não costumam detalhar para quem está contratando o plano, alguns por despreparo, outros por vícios da profissão. Veja algumas coisas sobre o plano de saúde infantil que os vendedores nunca falam. 

1. Não existe plano de saúde específico para bebês 

Não há ainda no mercado planos de saúde que sejam específicos para as bebês, ou elas são incluídas no plano de um dos pais ou são titulares de seu próprio plano de saúde individual – e este plano não terá nenhuma característica específica por causa da idade, ele será o comum e tradicional escolhido de acordo com a cobertura, igual à de qualquer outra idade. Ou seja, a criança terá direito ao tipo de atendimento médico que o plano disponibiliza. 

Então como escolher o melhor plano de saúde infantil? 

Como a cobertura é a mesma em relação à idade, a melhor forma de você determinar qual o melhor plano de saúde para ela é verificando qual deles tem o atendimento médico que melhor irá se encaixar nas necessidades do pequeno. Isso acontece porque os planos não são todos iguais, claro, e nem todos possuem um atendimento médico completo.  

A dica, então, é escolher aquele que oferece a maior quantidade de pediatras ou o pediatra que você deseja, ou ainda os que estão mais próximos de casa ou da escola. Preste atenção também em relação à abrangência do plano, porque se você costuma viajar com a criança ou ela costuma passar férias na casa de parentes em outra localidade, o plano de saúde infantil deverá cobrir a área mais frequentada (regional, nacional ou internacional). 

Prefira os planos com mensalidade fixa 

Geralmente os planos de saúde com coparticipação têm mensalidade mais em conta, já que você só paga na ocorrência de algum evento, como uma consulta ou exame, aquele percentual determinado em contrato. Ele é uma ótima opção para adultos saudáveis, sem necessidades especiais. No entanto, as crianças entre zero e 10 anos, por exemplo, têm uma tendência maior a usar o plano de saúde, já que estão em uma idade muito ativa e é comum haver quedas e machucados, além das doencinhas naturais da infância. Neste caso, como o uso do plano será mais constante, a mensalidade fixa acaba saindo mais barata. 

Não é preciso fazer plano de saúde assim que o bebê nascer 

Claro que você quer que seu filhote nasça com toda a cobertura possível, mas se a mamãe já tiver um plano de saúde que esteja cobrindo todo o pré-natal e também o parto – ou seja, o plano dela tiver obstetrícia – o bebê já nascerá automaticamente coberto pelo plano de saúde durante seus primeiros 30 dias de vida. Apenas quando este período estiver próximo do fim deverá ser feita a sua inclusão no plano da mãe ou dos pais (no caso de ser um plano de saúde familiar). 

Muita atenção às carências para não ser pego de surpresa 

Você pode incluir seu pequeno no seu plano de saúde ou fazer um só para ele, mas nesse caso, como o plano de saúde será novo, é preciso muita atenção em relação às carências – porque as crianças não têm direitos diferentes daqueles determinados para todos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

Assim como para o restante das pessoas, elas são de 24 horas para urgência e emergência, 30 dias para consultas e exames simples, 180 dias para exames complexos, 180 dias para procedimentos complexos, 180 dias para internação e cirurgia, 10 meses parto e 720 dias para doenças ou lesões pré existentes. Durante este período pode ser que ela precisar utilizar algum dos serviços do plano, mas mesmo assim os prazos terão que ser respeitados. 

A criança deverá estar sempre acompanhada por um responsável 

O agendamento deverá ser feito por um responsável, que também deverá acompanhar a criança, devidamente munida de sua carteirinha e documentos de identificação, para qualquer consulta, exame ou internação.  

Operadora pode recusar plano de saúde se beneficiário não tiver CPF 

Outro ponto importante é que para fazer um plano de saúde as crianças também devem ter CPF. A exigência está no art. 20 da Lei nº 9.656/98, por determinação da ANS. A operadora pode negar a venda do plano de quem se recusar a apresentar CPF, ainda que para isso ela tenha que provar a recusa. De qualquer forma, para fazer o plano de saúde infantil é preciso que os pequenos também tenham o documento, já que a determinação da ANS é que as operadoras mantenham seus cadastros de usuários sempre atualizados.  

E então, pronto para fazer o plano de saúde infantil para seu filhote? Converse com um de nossos vendedores especializados e conheça a melhor opção para assegurar o melhor da saúde particular para seu pequeno!

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