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Bem estar Dieta Para Mães e Filhos

Alimentos essenciais para um crescimento saudável de seu filho

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Que todo mundo, em qualquer idade, deve ter uma alimentação balanceada, disso não resta dúvida – e para isso estão aí os nutricionistas dos planos de saúde para não deixar ninguém com deficiência de nutrientes e ajudar a evitar ou perder o sobrepeso. Mas as crianças merecem cuidados especiais, já que a fase de crescimento requer atenção extra de papais e mamães em relação à alimentação infantil. É preciso haver um equilíbrio de nutrientes que atendam às mais diversas necessidades do organismo em uma fase de modificações profundas. Conheça alguns desses alimentos essenciais para o crescimento saudável do seu filho e aproveite para marcar uma consulta com o nutricionista: ele é a pessoa mais indicada para avaliar a necessidade de uma dieta especial ou o acréscimo de algum suplemento.

Homens costumam ser até 13 cm mais altos do que as mulheres

Segundo os especialistas, os meninos costumam crescer em média 13 cm a mais do que as mulheres, com “estirão” também em fases diferentes: o delas geralmente por volta dos 11 anos e o deles um pouco mais tarde, aos 13 anos. Uma forma de saber se o filhote está ou não com o crescimento adequado é através do raios-x da mão e do pulso esquerdo, que você pode fazer pelo plano de saúde através do pedido do pediatra.

A prática de exercícios físicos, de acordo com a idade, é muito importante para o crescimento saudável de meninos e meninas, mas a alimentação tem papel fundamental nesse processo. O cálcio, por exemplo, é que garante uma boa formação óssea, não apenas favorecendo o crescimento, mas também tornando os ossos mais resistentes a trauma e à osteoporose na fase adulta.

Suas principais fontes são o leite, carnes magras e de frango, iogurte, queijos, manteiga, frutas, peixes frescos (especialmente a sardinha) e cereais, batatas e hortaliças, como o espinafre. Alimentos ricos em Vitamina D auxiliam na absorção do cálcio pelo organismo – peixes, óleo de peixe, cogumelos e ovos.

Proteínas também ajudam no crescimento saudável

Um crescimento saudável, no entanto, não depende apenas de ossos fortes, mas também de uma boa musculatura – e nesse aspecto as proteínas são fundamentais. Elas são consideradas os tijolos do corpo, sendo as responsáveis pela capacidade do organismo de reparar ou repor as células do organismo.

Para se ter uma ideia, um homem adulto de 70Kg tem cerca de 11 Kg de proteínas metade delas nos músculos do esqueleto. Dentre outras funções, ela é o principal componente dos tecidos estruturais (pele e colágeno, por exemplo), encontrados em tecidos conjuntivos como ligamentos e tendões.

O que acontece é que se a alimentação for pobre em fonte de proteínas, o organismo vai começar a utilizar as proteínas funcionais do corpo e a perder musculatura para poder gerar energia suficiente para se manter. Como as crianças têm o metabolismo mais acelerado, a alimentação precisa ser muito bem balanceada para evitar que isso aconteça e não prejudicar o seu crescimento saudável.

Um bebê de 4 a 6 meses por exemplo, precisa de 1,4g por quilo de peso do corpo por dia, quase o dobro da necessidade de um adulto. A estimativa é que cerca de 40% do consumo de proteínas de um bebê deve ser de aminoácidos essenciais, quantidade que cai para 32% em crianças na pré-escola e 22% entre 10 e 12 anos. Adultos precisam de 11%. Os alimentos mais ricos em proteínas são as carnes, ovos, peixes, feijões, grãos, sementes e no açaí.

Alimentação infantil também deve priorizar o ferro

Apesar de essencial, é comum as crianças terem deficiência de ferro porque o seu consumo é grande pelo organismo na fase de crescimento, mas dificilmente ele é consumido na quantidade ideal. O ferro é diretamente ligado à fabricação de hemoglobina, a substância que produz células vermelhas para o sangue e que transporta o oxigênio para todas as células do corpo – inclusive as ósseas e musculares.

A deficiência de ferro pode acarretar em problemas de crescimento, de aprendizagem e de comportamento, e ainda causar anemia, cujos principais sintomas são fraqueza, falta de apetite, fadiga, irritabilidade e tonturas.

O leite materno é rico em ferro, ajudando o bebê nos primeiros seis meses de vida, mas do 7º ao 12º mês a quantidade necessária de ferro na dieta é de 11 mg por dia; passando a 10 mg por dia dos 4 aos 8 anos; 8mg dos9 aos 13 anos; e de 11 mg ao dia para os meninos e 15 mg ao dia para as meninas na adolescência. As mulheres precisam de mais por causa da menstruação.

Os alimentos mais ricos em erro são o feijão, carne vermelha, folhas escuras, fígado de boi, lentilhas, ervilhas e beterraba. Recomenda-se a ingestão também de alimentos que tenham Vitamina C para auxiliar na absorção do ferro pelo intestino.

Faça consultas regulares ao pediatra

Toda criança deve ter seu crescimento acompanhado por um médico pediatra, que poderá indicar outros especialistas para um tratamento multidisciplinar envolvendo nutricionista, ortopedista e até psicólogo. Todas essas especialidades têm cobertura obrigatória pelo plano de saúde, por isso é essencial que seu filhote seja monitorado através de exames clínicos e laboratoriais para detectar qualquer deficiência nutricional e corrigi-la adequadamente.

Se ele ainda não tem um plano, faça um plano de saúde infantil agora mesmo ou o inclua em seu plano de saúde familiar.

Converse com um dos nossos vendedores especializados e tenha toda a orientação que você precisa para fazer o melhor plano de saúde para seu filho.

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