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19 coisas que uma grávida não deve fazer

Leitura: 16 min
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Descobrir uma gravidez é, certamente, um momento indescritível e de muita emoção. O fato de estar gerando uma nova vida faz com que muitas mulheres mudem de atitude, colocando a saúde em primeiro lugar e repensando sobre hábitos da rotina que podem ou não afetar o desenvolvimento do bebê.

Na hora de iniciar as consultas médicas do pré-natal, vale a pena perguntar aos profissionais o que grávida não pode fazer. Enquanto algumas mulheres terão que deixar alguns hábitos comuns de lado, outras poderão aproveitar os nove meses sem fazer muitas alterações na rotina.

Para as mamães mais preocupadas, separamos uma lista com 19 coisas que devem ser evitadas na gestação. Confira nosso post e descubra como cuidar de você e do seu bebê nessa fase tão especial!

1. Automedicar-se

A automedicação é perigosa para qualquer pessoa, seja uma mulher grávida ou não. Mesmo os remédios que não exigem receita médica podem causar efeitos colaterais graves e reações alérgicas. Para as grávidas, há medicações que contêm substâncias que podem ser prejudiciais para a formação do feto.

Na dúvida, não deixe de consultar o seu médico para saber quais tipos de analgésicos é possível tomar durante esse período, no caso de uma dor de cabeça, por exemplo. Peça uma lista dos principais remédios que devem ser evitados e fique atenta aos possíveis efeitos colaterais e contraindicações.

2. Utilizar roupas apertadas

Embora a barriga demore alguns meses para aparecer e para causar desconforto, alguns sintomas, como dores nas costas, já podem ser sentidos desde os primeiros meses. Usar calças apertadas e desconfortáveis pode prejudicar o bebê e também trazer problemas na locomoção diária.

Desde o início da gravidez, acostume-se a utilizar roupas mais confortáveis, como calças que se ajustam no corpo e blusas que não apertem a barriga. Se escolher bem o vestuário, é possível vestir roupas elegantes e confortáveis ao mesmo tempo.

3. Deixar de ter um plano de saúde

O que a grávida não pode fazer é ficar desprotegida, ou seja, sem um plano de saúde. O serviço se torna indispensável na gestação, pois é a melhor forma de fazer o pré-natal com tranquilidade. Além disso, os planos permitem cadastrar o bebê gratuitamente, fornecendo os mesmos benefícios da mãe.

Ele deve ser incluído no convênio da mãe no período de 30 dias após o nascimento. No caso da mulher não ter um plano de saúde, é possível também cadastrar a criança no seguro do pai. O bebê recebe os mesmos benefícios sem custo extra e não precisa passar por tempo de carência, a menos que o titular ainda não tenha cumprido.

4. Deixar de relatar sintomas para o médico

Muitas mulheres acabam não relatando ao médico tudo o que passam ou sentem por julgar que são sintomas comuns da gravidez. Por mais que pareça óbvio, não deixe de falar ao médico em que partes do corpo você sente dor, quais as dificuldades diárias e que tipos de sintomas apareceram nos últimos dias.

Esse tipo de informação ajuda a ter um controle melhor dos efeitos da gestação. Além disso, você poderá receber um bom aconselhamento ou a indicação de remédios adequados para aliviar alguns dos sintomas rotineiros.

5. Fazer química no cabelo

Para as mulheres que costumam pintar as madeixas com frequência, o melhor é evitar essa prática na gravidez. Embora não haja pesquisas que provem que a tintura de cabelo é realmente prejudicial para o feto, o organismo acaba absorvendo um pouco da química através do couro cabeludo.

Alguns médicos recomendam que as mulheres não pintem o cabelo nos três primeiros meses de gestação, por ser um período mais delicado. No entanto, a recomendação de outros especialistas é não fazer a tintura nesse período, para evitar possíveis riscos para o bebê, mesmo que não haja evidências concretas.

Outros tratamentos, como escova progressiva, alisamentos e permanentes, não devem ser feitos nos nove meses de gestação.

6. Ingerir alimentos crus ou malpassados

Na gravidez, o desempenho do sistema imunológico não é tão bom, o que faz com que seja preciso tomar alguns cuidados maiores com a alimentação. Evite ingerir carne crua, pois há chances de o alimento conter a bactéria da salmonela e causar uma intoxicação alimentar.

Cuidado também com carnes malpassadas e ovo com gema mole. Durante os nove meses de espera pelo bebê, o ideal mesmo é só comer preparações cozidas.

Mesmo para as amantes da culinária japonesa, é importante evitar comer o peixe cru. O alimento pode ter sido manuseado por pessoas que não higienizaram corretamente às mãos ou não ter sido conservado na temperatura adequada, podendo estar contaminado com bactérias.

Embora os cuidados básicos de higiene devam ser tomados em qualquer fase da vida, a gestação é um período em que a alimentação fica ainda mais sensível. Então, lave bem as mãos antes das refeições e antes de cozinhar, e higienize bem verduras e legumes. Além disso, evite comer qualquer comida sem saber as condições de preparo.

7. Utilizar sapatos altos

Com o crescimento da barriga, o desequilíbrio se torna maior e as chances de queda também. Quanto mais difícil se tornar a locomoção da mulher, o melhor é tomar atitudes que facilitem o deslocamento seguro e reduzam o risco de quedas que podem gerar um problema sério nessa fase.

Evite sapatos de salto alto para caminhar com mais facilidade e firmeza. Evite também subir escadas, principalmente em locais estreitos ou que possam ter degraus suspensos. No último trimestre, o melhor mesmo é andar sempre acompanhada por alguém e utilizar mais os elevadores.

8. Fumar

Embora pareça óbvio que é proibido fumar nesses nove meses, essa regra não é facilmente obedecida pelas mulheres que estão acostumadas com o cigarro. Passar esse tempo longe do vício pode ser um grande desafio a ser vencido.

A dica — mesmo para as não fumantes — é evitar o contato próximo com pessoas que estejam fumando. Isso porque as substâncias contidas no cigarro podem provocar o parto prematuro ou nascimento com baixo peso.

9. Consumir bebida alcoólica

Há mulheres que pensam que não há problema em consumir bebidas alcoólicas moderadamente nessa fase, mas é importante destacar que isso pode ser bem perigoso.

Então, o que a grávida não pode fazer é tomar esse tipo de bebida, mesmo que seja só um golinho. Isso porque o álcool pode acarretar danos graves ao bebê. Estamos falando da Síndrome Alcoólica Fetal, um problema sério que pode levar ao retardo mental e malformações. Não dá para arriscar, não é mesmo?

10. Fazer atividade física sem orientação

Atividade física na gestação é importante, pois pode facilitar o deslocamento, reduzir sintomas e permitir que a futura mamãe se sinta mais à vontade com o peso da barriga. No entanto, há mulheres que não podem se exercitar por uma série de motivos.

Os exercícios físicos regulares exigem atenção com o tipo de atividade escolhida, principalmente para aquelas que não tinham o hábito de se exercitar antes de engravidar.

Consulte o seu médico sobre essa possibilidade e receba indicações de atividades que possam ser feitas de forma moderada. A dica é dar preferência para opções como caminhadas, pilates, hidroginástica, dança e yoga.

É importante ainda que a mãe esteja atenta a qualquer mal-estar durante essa prática e relate imediatamente ao médico.

11. Carregar peso

A mesma orientação sobre atividade física também vale para exercícios com pesos. Talvez mulheres atletas possam carregar mais peso na gravidez, contudo, é fundamental que haja orientação médica. Se você não está acostumada, evite esse tipo de exercício na gestação.

No dia a dia, evite também carregar caixas ou sacolas mais pesadas, principalmente se já estiver no último trimestre. Pergunte ao médico o que pode ou não ser carregado e não faça atividades domésticas mais intensas e cansativas.

12. Fazer exame de raio-X

Ao realizar uma radiografia, seja odontológica ou por orientação do médico, o corpo fica exposto a uma quantidade de radiação que pode ser muito prejudicial ao desenvolvimento do bebê. Assim, apenas em casos de extrema urgência, deve-se realizar o exame.

Dependendo do procedimento, algumas radiografias trabalham com níveis leves de radiação, não colocando o bebê em risco. Mas, por via das dúvidas, o ideal é conversar com o obstetra e adiar o exame para depois do parto.

13. Tomar alguns tipos de vacina

Existem muitas vacinas e nem todas são necessariamente prejudiciais ao bebê — como a de febre amarela, hepatite, coqueluche, HPV, poliomielite, dentre outras. Mas, ao passo que algumas são recomendadas, também existem as contraindicadas. Vacinas de BCG, tríplice viral, caxumba e sarampo são proibidas para gestantes.

O motivo é que essas vacinas têm, em sua composição, o vírus vivo, que pode levar à má formação do feto ou, em casos mais graves, ao aborto. Desse modo, é necessário que as dúvidas sobre vacinas sejam esclarecidas com um médico.

14. Exagerar no consumo de cafeína

Não é necessário que se pare por completo de ingerir alimentos com cafeína. É preciso apenas maior atenção e moderação no consumo. Afinal, um café para se manter acordada ou até mesmo um chocolate com sobremesa de vez em quando não faz mal. O recomendado é não ultrapassar os 200 mg por dia, ou seja, cerca de três cafés expressos.

O consumo excessivo de cafeína aumenta os riscos de aborto espontâneo ou de o bebê nascer com peso inferior ao normal. Atenção aos medicamentos que também têm cafeína em sua composição.

15. Doar sangue

Doar sangue durante a gestação é algo que não deve ser cogitado de nenhuma maneira. Nesse período, algumas mudanças que ocorrem no sangue da mulher propiciam uma anemia fisiológica. Isso ocorre porque os nutrientes da mãe devem ser enviados também para o bebê.

A doação de sangue pode acarretar numa anemia mais grave e na falta de nutrientes tanto para ela quanto para o bebê. Portanto, para fazer o bem e doar sangue, basta esperar o período após o parto e a amamentação.

16. Fazer tatuagem

Não é indicado que se faça tatuagens na gestação por dois motivos: a imunidade está mais baixa na gravidez e, além disso, a pele vai esticar bastante, correndo o risco de a tatuagem se deformar após o parto, quando a pele voltar ao natural.

Mas, além desses dois motivos, existem vários elementos que compõem a tinta da tatuagem e que podem ser prejudiciais para a mãe e para o feto. Com tantas mudanças ocorrendo no corpo da mulher, a dica é não se arriscar.

17. Limpar a caixa de areia de gatos

Os gatos podem transmitir toxoplasmose por meio de suas fezes, por isso, o que grávida não pode fazer é justamente a limpeza da caixa de areia do bichinho. O ideal é pedir para outra pessoa da casa assumir essa tarefa. Isso porque essa infecção pode levar a um aborto espontâneo e acarretar uma série de problemas ao feto, como malformações.

Outra recomendação é evitar contato com gatos de rua, que podem transmitir a doença. Sempre que a gestante brincar ou encostar em algum gato, o ideal é lavar as mãos logo em seguida.

No pré-natal, o obstetra pode pedir um exame para saber se a futura mamãe está imune ou não à toxoplasmose. Aquelas que não estão precisam ficar bem atentas.

18. Não ter cuidado ao usar produtos de limpeza

Se você quer saber o que a grávida não pode fazer, saiba que uma das recomendações têm relação com o uso de produtos de limpeza de casa. Muitos deles contêm substâncias fortes e, dessa forma, não são indicados para o uso de quem está esperando um bebê. A dica é sempre ler o rótulo, principalmente em relação aos alertas de segurança.

19. Frequentar saunas

Por fim, a gestante não deve frequentar saunas ou tomar banhos muito quentes — com temperatura acima de 30 graus — em banheiras ou ofurôs, por exemplo. Apesar de parecer uma situação sem riscos, as altas temperaturas podem provocar mal-estar, enjoos, queda da pressão arterial e desmaios. Além disso, o superaquecimento corporal pode trazer danos para o desenvolvimento do bebê.

Para que o pré-natal seja saudável e um período de muita tranquilidade, é importante saber o que a grávida não deve fazer. Dessa forma, ela passa a modificar alguns hábitos no dia a dia a fim de se cuidar melhor e também para que nada de errado ocorra com o bebê.

Para garantir que todas as dúvidas sejam tiradas e que a gestação seja sem nenhum risco, é essencial que se contrate já um plano de saúde que atenda todas as suas exigências. Afinal, os cuidados com o bebê já começam quando ele está na barriga!

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